Escribir, controlar y auditar. Los libros de contabilidad de las villas y ciudades medievales portuguesas: el caso de Loulé

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DOI:

https://doi.org/10.3989/aem.2023.53.2.18

Palabras clave:

historia urbana medieval, contabilidad urbana medieval, finanzas urbanas medievales, poder municipal medieval, auditoría, control de cuentas, signos técnicos de contabilidad

Resumen


En Portugal, a diferencia de otros países, como España y Francia, las finanzas y los libros de cuentas municipales han presentado dificultades a la hora de afirmarse como objetos de estudio específicos y privilegiados dentro de la historia urbana y económica medieval. Esta situación se explica, en parte, por la escasez de fuentes para su estudio, lo que no es el caso de Loulé, una pequeña villa que cuenta con la serie de libros de contabilidad más antigua y la segunda mayor del país. Aprovechando esta circunstancia, a partir del caso de Loulé, se pretende contribuir a una mejor comprensión de los procesos de elaboración y control de los libros de contabilidad de los pequeños y medianos núcleos urbanos medievales portugueses. Para ello, se estudian los casos de funcionarios municipales vinculados a la gestión municipal; el proceso de elaboración, organización y control de los libros de cuentas; y los procedimientos de auditoría y sus responsables. Por último, se reflexiona sobre la conservación de los libros de cuentas y su influencia en la elaboración de otros registros contables.

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Publicado

2023-12-30

Cómo citar

Melo da Silva, G. (2023). Escribir, controlar y auditar. Los libros de contabilidad de las villas y ciudades medievales portuguesas: el caso de Loulé. Anuario De Estudios Medievales, 53(2), 1027–1071. https://doi.org/10.3989/aem.2023.53.2.18

Número

Sección

Estudios Misceláneos

Datos de los fondos

Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Números de la subvención UIDP/00749/2020

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